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18/10/2018

Presidente da ASDEP entrega reivindicações da categoria a José Ivo Sartori

Com o objetivo de debater propostas e apresentar perspectivas para a segurança pública do Rio Grande do Sul, o candidato ao governo do Estado, José Ivo Sartori, convidou os servidores para um encontro na noite de terça-feira (16), no comitê central do partido. Na oportunidade, o presidente de ASDEP, delegado Cleiton Freitas, entregou um documento a Sartori contendo algumas reivindicações da categoria.

De acordo com Freitas, “são necessárias e urgentes algumas medidas visando uma maior e mais qualificada proteção ao cidadão, mas também ao policial, servidor público encarregado pelo Estado de promover a segurança e o bem comum”.

Entre as solicitações entregues pelo delegado estão a reposição salarial de 9,14%, retirada de PECs e de projetos de lei encaminhados à Assembleia Legislativa que restringem ou acabam com direitos consolidados e justos e a desconsideração pela PGE das decisões do Conselho Superior de Polícia.

O encontro com o candidato ao governo começou com uma fala do secretário da Segurança Pública, Cezar Schirmer, que afirmou que “no governo Sartori, a segurança sempre foi privilegiada. Diante de todas as dificuldades, nenhuma secretaria teve tanto investimento quanto a nossa em pessoas, equipamentos e locais de trabalho”.

Sartori, por sua vez, ressaltou que a segurança sempre foi e continuará sendo prioridade em seu governo, assim como relembrou a situação que encontrou o Estado quando assumiu o mandato. “Assumimos os governo em uma grande crise, mas sempre fomos transparentes e verdadeiros em todas as situações, mesmo nas mais adversas”.

O candidato lembrou que a área foi contemplada com reajustes em 2017 e 2018, além de ter honrado com os aumentos que foram concedidos à categoria no governo anterior.

Além disso, Sartori destacou a criação de delegacias especializadas, como a contra o abigeato, as 46 mudanças na legislação na área da segurança, a isenção de ICMS para quem fizer doações de veículos e equipamentos, a ampliação nas vagas em presídios e a Lei de Incentivo à Segurança que ainda precisa passar pelo Confaz.

Para finalizar, e abordar um tema que afeta a vida de todos os servidores, disse que “me dói quando tenho que atrasar salários, mas se não temos dinheiro como fazer?. Atrasar os salários e escalonar o pagamento não é uma decisão política, é porque não há dinheiro mesmo”, declarou.

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