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Rua Visconde de Inhauma, 56, Porto Alegre/RS

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Congratulações

03/12/2020
Quando dizemos que somos delegados de polícia logo nos imaginam em Baker Street, bem arrumados, com uma lupa na mão e uma pistola na outra. Nossa realidade, entretanto, não é tão glamourosa. As dificuldades se acumulam, e assoberbados pela luta de todos os dias, abraçamos nossos ideais e edificamos nossa carreira.


Além de delegados, somos administradores, psicólogos e incansáveis perseguidores de melhorias para o nosso ambiente de trabalho, dentre outras funções que fogem aos editais dos concursos que prestamos, mas que cumprimos com louvor.

A busca pela verdade, a imparcialidade nas investigações, o contato real com os fatos logo que ocorrem e, sobretudo, a vontade afastar da sociedade aqueles que não merecem estar nela, são nossos objetivos diários. E da nossa comunidade somos agentes devotados.

Anualmente, o dia três de dezembro é a data em que comemoramos o dia do Delegado de Polícia. Nada obstante, ouso dizer que em todos os dias do ano estamos de parabéns. Estamos de parabéns quando solucionamos um sequestro, quando libertamos uma vítima, quando prendemos um traficante que destrói famílias, quando protegemos uma mulher que sofre diariamente violência doméstica, quando recuperamos carros roubados, quando concluímos nossos inquéritos com sucesso e quando ainda que lotados em setores administrativos damos o nosso melhor para ajudarmos uns aos outros . 

Não há um só dia em que a Polícia Civil não deixe de merecer felicitações. Só quem está submerso nesta instituição sabe quanta dedicação se faz necessária para lidar com a criminalidade, seu caráter nocivo e todas as suas consequências. Se eu pudesse aplaudiria de pé cada um dos meus colegas; homens e mulheres, aposentados e ativos. 

Estarmos envolvidos nessas batalhas diárias é um ato de coragem, é um trabalho minucioso, é uma missão de amor ao próximo e de vício na profissão. Não temos medo de lidar com tudo o que lidamos, com a hediondez dos crimes, com os mais perigosos e repulsivos seres humanos. Não temos medo de fazer tudo o que fazemos. O nosso receio é de que ninguém mais o faça.